Facing Death

Não tenho a cura para meus crimes. Não quero tê-los. Não estou dizendo que sou perfeito, nem você é, ou vai me dizer que é? Só quero saber como me safo dessa piscina, de sangue. Como abro essa cortina vermelha que me separa do meu mundo, para o mundo real? Os canivetes estão por perto, o tempo me envolve. O alto barulho do tick-tack do relógio, rompe meus tímpanos. Minhas vísceras, doloridanente, são destroçadas. Meus neurônios não funcionam mais. E meu coração, meu pobre coração, lentamente, diminui suas batidas. E eu, eu morro lenta e dolorosamente no escuro. Minhas memórias são esquecidas e eu, logo faço parte de quem não foi lembrado, nunca. Adeus.

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2 Respostas para “Facing Death”

  1. Artur Rodrigues Disse:

    cara seu texto falou o que eu sinto, -dik.

  2. JeH Disse:

    A cura do ciumes é simples.
    /fato

    =]

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